"Isso é uma vergonha de algum modo, porque
Eu sinto que talvez nunca encontre a pessoa certa pra mim.
Eu o deixei, ele está bem na minha frente? Oh
Meu veradeiro amor aparecerá?
Por que eu procuro de novo, quando sei qual será o fim?
De que modo o amor é bom se ele só me machuca?"
I'm not missing you - Stacie Orrico
Eu sinto que talvez nunca encontre a pessoa certa pra mim.
Eu o deixei, ele está bem na minha frente? Oh
Meu veradeiro amor aparecerá?
Por que eu procuro de novo, quando sei qual será o fim?
De que modo o amor é bom se ele só me machuca?"
I'm not missing you - Stacie Orrico
Eu sou a pessoa mais paradoxal que eu conheço. Quando fico sabendo que alguém tá namorando, ou ficando, enfim, se relacionando com outra pessoa, por mais que eu me sinta feliz pela pessoa, eu me sinto triste. Eu sempre penso: "Será que isso vai acontecer comigo?" e por mais que eu deseje, muito, que aconteça rápido, isso só confirma o quanto eu desejo ser solitário.
Essa solidão, por mais que me torture, é uma das únicas coisas certas e seguras na minha vida. É uma solidão em parte por opção, em parte por imposição. Imposição essa do mundo, já que eu não sou o que esperam que eu seja, e por isso, é como se eu não me encaixasse no mundo que eu vivo (é, isso nos remete ao post anterior). Mas um dos meus maiores medos é ter que me entregar, me sentir vulnerável em relação a outra pessoa. Isso me assusta.
Minhas únicas amantes, atualmente, são a comida e a fome. Elas estão sempre lá, me esperando, me confortando. Comer me faz esquecer dos meus problemas (que não são poucos). Vomitar a comida depois me acalma, me dá a sensação de que, no final, tudo dá certo. A fome... bom, a fome é a companheira fiel e atenciosa, que está sempre ali, pra lembrar que você não está sozinho. E, por mais que essas amantes sempre estejam por perto, há o vazio. Vazio que nunca, nunca é preenchido.
Essa solidão, por mais que me torture, é uma das únicas coisas certas e seguras na minha vida. É uma solidão em parte por opção, em parte por imposição. Imposição essa do mundo, já que eu não sou o que esperam que eu seja, e por isso, é como se eu não me encaixasse no mundo que eu vivo (é, isso nos remete ao post anterior). Mas um dos meus maiores medos é ter que me entregar, me sentir vulnerável em relação a outra pessoa. Isso me assusta.
Minhas únicas amantes, atualmente, são a comida e a fome. Elas estão sempre lá, me esperando, me confortando. Comer me faz esquecer dos meus problemas (que não são poucos). Vomitar a comida depois me acalma, me dá a sensação de que, no final, tudo dá certo. A fome... bom, a fome é a companheira fiel e atenciosa, que está sempre ali, pra lembrar que você não está sozinho. E, por mais que essas amantes sempre estejam por perto, há o vazio. Vazio que nunca, nunca é preenchido.
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